Há evidências de que no terceiro milênio a.C. os egípcios submetiam o caule de uma planta chamada papiro a um processo de corte, secagem, junção de camadas e umedecimento do qual resultava uma substância compacta. Depois de seca e polida, esta substância formava um conjunto de folhas, coladas em faixas largas, com altura máxima de trinta e sete centímetros, onde se podia escrever e desenhar. Para registrar a linguagem no papiro, os egípcios usavam uma espécie de junco cortado obliquamente e impregnado de uma tinta escura, feita à base de carvão vegetal e cola.
sábado, 2 de março de 2013
Esperar...
Eu já não espero o que esperei um dia,
Eu já não espero ter o que gostaria...
Eu já só espero o dia de amanhã.
Sem esperar espero aquilo que nunca esperei...
Sem esperar espero aquilo que nunca sonhei...
O que seria da espera sem acreditar,
O que seria da espera sem ansiar,
O que seria da espera sem a esperança de conquistar...(VM)
Eu já não espero ter o que gostaria...
Eu já só espero o dia de amanhã.
Sem esperar espero aquilo que nunca esperei...
Sem esperar espero aquilo que nunca sonhei...
O que seria da espera sem acreditar,
O que seria da espera sem ansiar,
O que seria da espera sem a esperança de conquistar...(VM)
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Estou sentada na beira do mundo, sou espectadora de mim própria. O universo gira, a chuva cai, o rio corre... A minha alma navega nesse universo mas não participa dele, não se deixa iluminar, não flutua. Sou como um barco atracado na margem de um qualquer rio, de um qualquer universo, que assiste à passagem da vida... (VM)
domingo, 17 de fevereiro de 2013
E aqui estou eu nesta noite sombria,
oiço a voz do silêncio...
Melodia que não quer calar,
sensação que não quero sentir.
Arrepio da alma...
Noite, silêncio, escuridão
é preciso sentir com o coração...
Quero tudo e não quero nada!
Espero tudo e não tenho nada!
Não esperes tanto, não queiras tanto.
Não exigas tanto da humanidade.
A vida segue e de nada servem as ânsias...(VM)
oiço a voz do silêncio...
Melodia que não quer calar,
sensação que não quero sentir.
Arrepio da alma...
Noite, silêncio, escuridão
é preciso sentir com o coração...
Quero tudo e não quero nada!
Espero tudo e não tenho nada!
Não esperes tanto, não queiras tanto.
Não exigas tanto da humanidade.
A vida segue e de nada servem as ânsias...(VM)
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Tenho tanto para dizer
mas as palavras estão presas.
É tanto este querer
e tão poucas as certezas.
Gostava que tudo fosse diferente,
que estivesses aqui comigo.
Sinto-me tão transparente,
que sina, que castigo.
Com o azul do céu eu sonho
em dia de tempestade.
Como a noite anseia o dia
eu te espero de verdade.
(VM)
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Outono das Nossas Vidas
Gosto dos dias solarengos de Outono. Reina a tranquilidade e a harmonia. As folhas caem cobrindo aquele caminho (o nosso caminho) de vestígios da Primavera de outrora. Manta de retalhos impregnada de lembranças... de sonhos...
Cada retalho é como uma peça de um puzzle, o puzzle das nossas vidas. Não podemos ou não devemos viver de retalhos, de folhas caídas. Mas podemos e devemos viver rodeados de mantas coloridas e de florestas pintadas com as cores resplandescentes de Outono.
Cada retalho é como uma peça de um puzzle, o puzzle das nossas vidas. Não podemos ou não devemos viver de retalhos, de folhas caídas. Mas podemos e devemos viver rodeados de mantas coloridas e de florestas pintadas com as cores resplandescentes de Outono.
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