Sinto que me posso perder nos encontros e desencontros da vida.
Ou talvez me possa encontrar no futuro...
Poderei eu ser um dia aquilo que nunca fui?
Sonhar com aquilo que nunca sonhei?
Sentir o que nunca senti?
Poderei eu encontrar o meu caminho
entre aquilo que já fui e o que sonho ser um dia?!(VM)
domingo, 3 de fevereiro de 2013
sábado, 2 de fevereiro de 2013
Sísifo
Recomeça…
Se puderes,
... Sem angústia e sem pressa.
E os passos que deres,
Nesse caminho duro
Do futuro,
Dá-os em liberdade.
Enquanto não alcances
Não descanses.
De nenhum fruto queiras só metade.
E, nunca saciado,
Vai colhendo
Ilusões sucessivas no pomar
E vendo
Acordado,
O logro da aventura.
És homem, não te esqueças!
Só é tua a loucura
Onde, com lucidez, te reconheças.
Miguel Torga, Diário XIII
Recomeça…
Se puderes,
... Sem angústia e sem pressa.
E os passos que deres,
Nesse caminho duro
Do futuro,
Dá-os em liberdade.
Enquanto não alcances
Não descanses.
De nenhum fruto queiras só metade.
E, nunca saciado,
Vai colhendo
Ilusões sucessivas no pomar
E vendo
Acordado,
O logro da aventura.
És homem, não te esqueças!
Só é tua a loucura
Onde, com lucidez, te reconheças.
Miguel Torga, Diário XIII
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Gota suave e cristalina que segue o seu caminho até à eternidade.
Caminho percorrido vezes sem conta...
Primeiro vem o raio de sol quente e apaziguador dando origem á nuvem
e eis que surge novamente aquela gota.
Cada um de nós segue o seu caminho, como aquela gota segue em direcção ao mar dia após dia.(VM)
Caminho percorrido vezes sem conta...
Primeiro vem o raio de sol quente e apaziguador dando origem á nuvem
e eis que surge novamente aquela gota.
Cada um de nós segue o seu caminho, como aquela gota segue em direcção ao mar dia após dia.(VM)
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
"Feliz quem não exige da vida mais do que ela espontaneamente lhe dá, guiando-se
pelo instinto dos gatos, que buscam o sol quando há sol, e quando não há sol o
calor, onde quer que esteja. Feliz quem abdica da sua personalidade pela
imaginação, e se deleita na contemplação das vidas alheias, vivendo, não todas
as impressões, mas o espectáculo externo de todas as impressões alheias. Feliz,
por fim, esse que abdica de tudo, e a quem, porque abdicou de tudo, nada pode
ser tirado nem diminuído." (Livro do Desassossego)
Horizonte...
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